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SUPERCABRAS
Le spectacle commence par l’observation d’un paysage. Un paysage décrit par des mots. Il s’agit de décrire les objets qui le composent, leurs dispositions les uns par rapport aux autres, leurs échelles, leurs agencements par rapport à notre point de vue. Ces mots invitent le spectateur à créer une image mentale.
Cette image mentale agit comme une base à ce qui va suivre.

Le vertige questionne nos relations au paysage. Les performers jouent sur différentes formes de restitutions et de transmissions de ce paysage. Ils multiplient les points de vues.Ils multiplient les langages, face à nous.






23.04.18->06.05.18 |Residency Espace BLVU - Oullins (FR)

08.01.18->19.01.18 | Residency Honolulu - Nantes (FR)

10.12.17->22.12.17 | Residency Espace BLVU - Oullins (FR)

27.11.17->09.12.17 | Residency RAMDAM, un centre d'art - Ste Foy Lès Lyons (FR)

10.02.17->19.02.17 | Residency Rosa Imunda - Porto (PT)

Le vertige
© seasee, SUPERCABRAS
performance - spectacle - espetáculo / en cours de création
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DISTRIBUTION

Création & interpretation :
Lucie Lintanf, Romain Teule et Charlie Aubry

production : SUPERCABRAS
co-production : RAMDAM, un centre d'art, Forum Dança
Em algum momento, pesquisando, descobrimos um extrato sonoro no qual uma voz explicava a diferencia entre « le futur » e « l’avenir ». Esta voz faz a diferencia entre este dois conceitos explicando que « le futur » (o futuro) seria um programa previsível e « l’avenir » (para perceber esta palavra tem de imaginar que as palavras « o que vêm » podem ser um substantivo) é o que vai acontecer… uma coisa imprevisível.

Agora temos a sensação que a nossa pesquisa sobre a percepção pode ressoar com esta definição de « l’avenir ». Observar, sentir e perceber o que ta quase acontecendo como um espaço de cruzamentos imprevisível.

O mar olha para mim. Não, estou olhando para o mar. Sim, nos observamos reciprocamente. Estamos num grande mar de percepções. Como « seasee » o sugere, trata se de um mar que vê, um olho em movimento. Trata se de se perceber e observar. Trata se de perder nas nossas próprias maneiras de perceber. Como nos por num estado de crise perpetual quando referimos a o que nós supomos « aprendido », o que é « seguro » ou « certo », o que é « devido ».
« At a certain point in our research we discovered a sound extract in which someone explains the difference between « le futur » and « l’avenir ». This person makes the difference between these two concepts by explaining that « le futur » (the future) is a predictable program and « l’avenir » (to understand this word you should imagine that « to come » could be a substantive) is whats arrives… the unpredictable.

Now we have the sensation that our research on perception can echo this definition of « l’avenir ». To perceive the coming times as a space of unpredictable crossings.

The sea looks at me. No, I’m looking at the sea. Yes, we are mutually observing each other. We are in a big sea of perception. As suggested by «seasee », this is a sea that sees, a moving eye. It’s about perceiving and observing. It’s about getting lost inside our ways of perceiving. How to put ourselves in a perpetual state of crisis when we relate to what we suppose we have « learned », what is « sure » or what is « due ».
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